A noite fecha sobre mim. Estende um manto de estrelas,. Mas não o vejo. Há travas em meus olhos. Vejo o que desejo. O que desejo não é o que a noite quer. Brigamos, lutamos e resolvo me fechar em copas! Sozinha dentro de mim, Busco a paz e o silêncio da morte ( se houver silêncio nela!) Não quero nada, só o som do nada... Meu corpo se esvaziou, Transformei-me num nada Que busca o Tudo, dentro da nulidade do não ser... Não sou mais, sumi, há apenas estrelas, Há a noite... E no chão, uma lágrima... Esta sou eu... Transformada em pranto, sem memória, sem Você! Liza
12:38 - 19/07/2008
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