Do alto da árvore frondosa, canta o passarinho todo prosa, sob a lua que desperta e de amores logo se encanta. O canto é meigo e flutua, e carregado que vai pelo vento, adormece sereno lá nos braços da lua. Trina o passarinho, sorri, envaidecida, a lua. Brilha o passarinho, apaixona-se a lua. E os dois assim, numa intimidade crua, namoram de alma nua, como se o mundo inteiro, fosse aquele canto de rua.
10:28 - 31/08/2007
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