A minha alma é como um leito de rio onde pousas teus versos, onde repousas tua ansiedade e descansas do fastio; meu ventre é o porto onde ancoras teu pensamento que recolhe ondas e caminha pela areia fina, enlevecido e calmo. Meus seios são a flor que alcanças doce e te dá escolher, entre um e outro o recosto, o referver do gozo. Meu corpo é o ninho recolhido que cuidei e que fiz aquecido ao tempo, para que o encontrasses banhado pela espuma que colhi à beira. A minha boca cala e traduz em silêncio minha escolha, é ela quem pensa em palavras e oferece a alma, o ventre, o seio, o gozo, o corpo e cerca-te de versos.
20:40 - 24/02/2007
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