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Tópico: Stéphane Mallarmé.

Mendigo.
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Stéphane Mallarmé



Poeta francês. Integrante do movimento simbolista, sua obra antecipou a sintaxe visual da moderna poesia do século XX.

Na obra de Mallarmé, o lirismo adquiriu crescente densidade, ao mesmo tempo que se tornava mais hermético. Enquanto, como Paul Verlaine e Arthur Rimbaud, dava início assim à melhor vertente do simbolismo, em seus últimos trabalhos o poeta antecipou a sintaxe visual da poesia mais moderna do século XX.

Stéphane Mallarmé nasceu em Paris, em 18 de março de 1842. Publicou seus primeiros poemas em 1862, após sentir despertada sua vocação literária pela leitura das obras de Charles Baudelaire e Edgar Allan Poe. No mesmo ano viajou para Londres, a fim de aperfeiçoar os conhecimentos da língua inglesa. De volta um ano depois, lecionou inglês em várias cidades (Tournon, Besançon, Avignon) e, a partir de 1871, em colégios parisienses. Mallarmé chegou à celebridade de forma repentina, graças a Paul Verlaine e a J. K. Huysmans. O primeiro dedicou-lhe um artigo na obra Les Poètes maudits (1883; Os poetas malditos) e o segundo elogiou-o no romance À rebours (1884; Ao revés). A partir de então, foi reconhecido como um dos poetas mais eminentes da época.

Os textos de Mallarmé provocaram uma polêmica que se projeta até a atualidade, embora sua obra poética não seja extensa. Sua primeira fase reúne tanto a colaboração no Parnasse Contemporain como uma pequena quantidade de poemas, e a segunda os poemas mais longos e textos herméticos. O poeta traduziu, nessa época, The Raven (O corvo) de Edgar Allan Poe e escreveu alguns poemas em prosa. O poema "Un coup de dès jamais n'abolira le hasard" ("Um lance de dados jamais abolirá o acaso"), publicado em 1897 na revista Cosmopolis, configura uma terceira fase.

Mallarmé é muitas vezes visto somente como autor dos primeiros poemas simbolistas, publicados em 1866 no Parnasse Contemporain: "Les Fenêtres" ("As janelas"), "L'Azur" ("O azul
18:36 - 31/01/2007

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Respostas ao tópico: Stéphane Mallarmé.

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Là Denecourt, le Siècle en poche,
Dispensateur du vert laurier,
A peint en noir sur une roche :
« Repos du Poète ouvrier. »
Voici l'émerveillante liste
Léguée à la postérité
De cette bande fantaisiste
Bien peu dans sa majorité :
Un jeune baby d'espérance
Que parmi les sombres halliers
D'un œil d'amour couvait la France
Comme l'enfant des chevaliers ;
D'aimables mères de familles
Qui se réjouissaient de voir
Du soleil aux yeux de leurs filles
Et des messieurs Sens habit noir ;
Fort mal noté par les gendarmes
Le garibaldien Mallarmé
Ayant encor plus d'arts que d'armes
Semblait un Jud très alarmé ;
Ettie, en patois Henriette,
Plus agile que feu Guignol,
Voltigeait comme une ariette
Dans le gosier d'un rossignol ;
18:59 - 02/08/2007 Apagar
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Dans le sein de cette algarade
S'idyllisait le Cazalis,
Qui, comme un chaste camarade,
Tutoyait l'azur et le lis ;
Puis, une Anglaise aux airs de reine
À qui Diane porte un toast,
Qu'Albion envoie à Suresne
Sous la bande du Morning-Post ;
Piccolino, le coloriste,
Qui pour parfumer nos vingt ans
Pille comme un vil herboriste
L'opulent écrin du printemps
Nina qui d'un geste extatique
Sur le dolmen et le men-hir
Semblait poser pour la Musique,
La musique de l'avenir ; Puis des Essarts Emmanuelle,
Le plus beau-det jeunes rimeurs,
Offrait le fantasque modèle
D'un poète ayant gants et mœurs.
Mais Ponsard qui veut qu'on s'ennuie
Vint lui-même installer aux Cieux
Le Théramène de la pluie,
Personnage silencieux.
Puis l'heure leur coupa les ailes
Et, tout boitant et s'accrochant,
Du « Carrefour des Demoiselles »
On fit un lac en pleurnichant.
I8 MAI I862
19:01 - 02/08/2007 Apagar
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A lua branca
brilha no bosque.
De ramo em ramo,
parte uma voz que
vem da ramada.

Oh! bem-amada!

Reflete o lago,
como um espelho,
o perfil vago
do ermo salgueiro
que ao vento chora.

Sonhemos, é hora...

Como que desce
uma imprecisa
calma infinita
do firmamento
que a lua frisa.

É a hora indecisa...
15:04 - 22/09/2007 Apagar
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A lua branca
brilha no bosque.
De ramo em ramo,
parte uma voz que
vem da ramada.

Oh! bem-amada!

Reflete o lago,
como um espelho,
o perfil vago
do ermo salgueiro
que ao vento chora.

Sonhemos, é hora...

Como que desce
uma imprecisa
calma infinita
do firmamento
que a lua frisa.

É a hora indecisa...
15:06 - 22/09/2007 Apagar
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Friendship

What's friendship? The hangover's faction,
The gratis talk of outrage,
Exchange by vanity, inaction,
Or bitter shame of patronage.

Alexander Sergeyevich Pushkin
12:00 - 05/06/2009 Apagar
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A Wish

I ask not that my bed of death
From bands of greedy heirs be free;
For these besiege the latest breath
Of fortune's favoured sons, not me.

I ask not each kind soul to keep
Tearless, when of my death he hears;
Let those who will, if any, weep!
There are worse plagues on earth than tears.

I ask but that my death may find
The freedom to my life denied;
Ask but the folly of mankind,
Then, at last, to quit my side.

Spare me the whispering, crowded room,
The friends who come, and gape, and go;
The ceremonious air of gloom -
All which makes death a hideous show!
12:01 - 05/06/2009 Apagar
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Continuando...
Nor bring, to see me cease to live,
Some doctor full of phrase and fame,
To shake his sapient head and give
The ill he cannot cure a name.

Nor fetch, to take the accustomed toll
Of the poor sinner bound for death,
His brother doctor of the soul,
To canvass with official breath

The future and its viewless things -
That undiscovered mystery
Which one who feels death's winnowing wings
Must need read clearer, sure, than he!

Bring none of these; but let me be,
While all around in silence lies,
Moved to the window near, and see
Once more before my dying eyes
12:01 - 05/06/2009 Apagar
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Continuando...
Bathed in the sacred dew of morn
The wide aerial landscape spread -
The world which was ere I was born,
The world which lasts when I am dead.

Which never was the friend of one,
Nor promised love it could not give,
But lit for all its generous sun,
And lived itself, and made us live.

There let me gaze, till I become
In soul with what I gaze on wed!
To feel the universe my home;
To have before my mind -instead

Of the sick-room, the mortal strife,
The turmoil for a little breath -
The pure eternal course of life,
Not human combatings with death.

Thus feeling, gazing, let me grow
Composed, refreshed, ennobled, clear;
Then willing let my spirit go
To work or wait elsewhere or here!

Matthew Arnold
12:02 - 05/06/2009 Apagar

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