JAIME SABINES nasceu em Chiapas, em 1926, e morreu na cidade do México D.F., em 1999. Publicou Horal (1950), La señal (1951), Adán y Eva (1952), Tarumba (1956), Diario semanario y poemas en prosa (1961), Poemas sueltos(1951-1961), Yuria (1967), Maltiempo (1972), Algo sobre la muerte del mayor Sabines (1973) e Otros poemas sueltos (1973-1993).
O caráter coloquial e comprometido de sua poesia, sua comovedora claridade, converteram-no em um dos poetas mais populares do México, onde seus recitais convocavam multidões."Um Baudelaire contemporâneo", assim disse dele o crítico Donald Fogelquist. E seu compatriota Octavio Paz considerava-o "uno de los mejores poetas contemporáneos de nuestra lengua".